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  • Microsoft lança rede social So.cl voltada para estudantes

    por Rafael Marques |
    Microsoft lança rede social So.cl voltada para estudantes

    A Microsoft está oficialmente lançando nesta quinta-feira o So.cl, rede social que seria concorrente do Facebook, e por consequência do Google+, mas que na verdade é voltada aos estudantes. De acordo com o TechCruch, o serviço é de responsabilidade da divisão de pesquisa chamada Microsoft Research’s FUSE Labs, tem caráter experimental e foi construída para interagir com o Facebook, quase como um app.

    A partir desta quinta-feira, os estudantes da Universidade de Washington, Universidade Syracuse, New York University estão sendo autorizados a utilizar o serviço. No futuro, outras instituições serão adicionadas. De acordo com um post no blog da Microsoft Research , So.cl foi concebido para estudantes como uma rede social em que eles podem “estender sua experiência educacional e repensar como aprendem e se comunicam”. No So.cl, os alunos podem postar fotos, vídeo, texto e compartilhá-los com os outros. Os estudantes também podem procurar colegas com interesses semelhantes e construir comunidades em torno de objetivos educacionais específicos.

    Tal qual uma rede social como o Facebook, Google+ e Orkut, os usuários podem seguir as pessoas, configurar feeds e fazer pesquisa. É possível ainda agregar conteúdo no projeto Montage, ferramenta que permite ao usuário fazer uma colagem visual de imagens, vídeos e histórias. Os estudantes podem ainda montar uma página sobre interesses particulares utilizando o conteúdo de uma variedade de fontes.

    Para o TechCrunch, o So.cl está trilhando um bom caminho ao optar pela segmentação, uma vez que várias outras empresas que estão começando no setor (as chamadas startups) acreditam que a única maneira de competir com o Facebook é desenvolver serviços que conectam o usuário com pessoas que ele não conhece, mas com quem tem interesses em comum.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5520609-EI12884,00.html

  • Wikipédia pode sair do ar em protesto à censura nos EUA

    por Rafael Marques |
    Wikipédia pode sair do ar em protesto à censura nos EUA

    A Wikipédia podia sair temporariamente do ar em protesto ao Sopa – Stop On-line Piracy Act. O projeto de lei tramita no Congresso americano e, caso aprovado, pode dar ao governo o poder de tirar um site do ar caso ele hospede conteúdos de grandes corporações, como as de Hollywood, sem autorização dos donos dos direitos intelectuais e autorais.

    Segundo o site Huffington Post, o cofundador Jimmy Wales perguntou aos usuários sobre a ideia de tirar o site do ar em protesto. Embora não existam planos reais e imediatos de tirar o conteúdo do ar, Wales lembrou, em nota, que, na Itália, uma lei que procurava cercear a privacidade do usuário on-line foi rejeitada depois que a divisão italiana da Wikipédia removeu as páginas para uma versão off-line.

    Na sua página do Wikipédia, em que propôs a medida, Wales afirmou que não se trata de votar a favor ou contra uma espécie de greve. “Isso é meramente uma pesquisa para indicar o interesse geral (…) Se o resultado for positivo, então nós passaremos obviamente por um longo processo para tentar chegar a um consenso sobre parâmetros”, escreveu o cofundador.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5516220-EI12884,00.html

  • Número de ataques na internet cresceu 93% em 2010

    por I9arte |

    O número total de ataques via web registrados em 2010 subiu 93% ante o ano anterior, com a ajuda da proliferação de endereços de internet encurtados, informou a produtora de software de segurança Symantec nesta terça-feira (5).

    “No ano passado, hackers postaram milhares de links encurtados em redes sociais para iludir vítimas a sofrerem ataques de phishing e malware, elevando de modo dramático a proporção de infecções bem sucedidas”, afirmou a Symantec.

    As redes sociais são plataformas cada vez mais importantes para os ataques, devido ao seu ganho rápido de popularidade junto aos usuários. A Symantec afirmou que os ataques contra as principais plataformas móveis também deveriam continuar subindo, depois de um aumento de 42% em 2010.

    “As grandes plataformas móveis estão por fim se tornando onipresentes a ponto de merecer a atenção dos hackers”, afirmou a Symantec. “Os hackers, na verdade, estão seguindo os consumidores”.

    Ciberataques irão aumentar
    Os ciberataques dirigidos representarão ameaça crescente para as empresas de todo o mundo este ano, depois que a praga “Stuxnet” atingiu o programa nuclear iraniano em 2010, “2010 foi o ano dos ataques dirigidos de grande destaque. Veremos muito mais deles agora”, disse Sian John, estrategista da Symantec.

    Os chamados ataques dirigidos encontram sucesso porque a maioria dos consumidores evita clicar em links suspeitos encontrados em mensagens de spam, mas abrem arquivos que parecem chegar de remetentes legítimos.

     

    Fonte: g1.com.br

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